
Edição por: Marília Vezzaro

Edição por: Marília Vezzaro
A técnica de apurar e prender
Aparece na mídia no século XIX em solo europeu, na década de sessenta no território norte-americano com o estilo investigativo de Truman Capote, autor do livro-reportagem “A Sangue Frio”, onde conta detalhadamente um crime nos EUA acentuando o perfil das vítimas e dos criminosos.
+ 10 Dias Que Abalaram O Mundo, de John Reed
+ A Sangue Frio, de Truman Capote
+ Hiroshima, de John Hersey
+ A Luta, de Norman Mailer
Texto por: Carlos Simalha
Edição por: Marília Vezzaro
Edição por: Marília Vezzaro

Texto por: Juliana de Abreu
Edição por: Marília Vezzaro
Falando um pouco sobre Jornalismo de Ideias
Nesse contexto, a liberdade de imprensa surgiu do jornalismo participativo de revolucionários girondinos, formados por banqueiros e grandes comerciantes, e jacobinos, formados por classes mais pobres e dos intelectuais - nesse grupo se encaixam os jornalistas que eram iluministas fervorosos na época. A diferença entre esses dois grupos é que os girondinos eram conservadores e os jacobinos, considerados inovadores, mas ambos tinham o mesmo objetivo, derrubar a monarquia e instaurar o capitalismo industrial.
Texto por: Juliana de Abreu
Edição por: Marília Vezzaro
Nasce na década de 1960 um ímpeto entre os jovens, cheio de rebeldia, necessidade de expressão e negação à política rígida imposta na época. Assim começou a contracultura.
Em contrapartida com a revolução francesa, a contracultura pregava uma sociedade embasada na anarquia, na paz, e no amor; atitude hippie e a vida em comunidade.
A maior divulgação da contracultura feita no Brasil era na coluna de Luiz Carlos Maciel chamada "Underground", publicada no mais influente jornal de oposição à ditadura militar, "O Pasquim"; principalmente por que no início da publicação, toda a juventude lia o tablóide.
Dentre os 150 periódicos que circularam de 1964 á 1980 e ficaram mais conhecidos como imprensa alternativa, foram: "Flor do Mal", "Presença", "Rolling Stone" e "Bondinho" e eram os principais divulgadores das alternativas de vida criadas pela contracultura no exterior e aqui no Brasil;
Já sem a força da censura, os grandes jornais passaram a ocupar os espaços antes ocupados pela imprensa alternativa, que não ressurgiu.Pauta por: Jeniffer Daurício
Texto por: Marília Vezzaro
Edição de Imagem por: Marília Vezzaro
"É um projeto para todas as faixas da sociedade, já que muita gente de classe social baixa não consegue ter acesso a eventos culturais, como teatro, mostras artísticas e entre outros elementos, devido à seletividade econômica dos mesmos. Hoje, na maioria dos caso é preciso ter dinheiro para ter cultura. Enfim, nesse projeto, existe a interação de diversas culturas sendo passada adiante sem limites sociais e econômicos, sem levar em conta as classes sociais." - ressalta a modelo Larissa Vecchi Castilho de 18 anos o grande trunfo da Virada, que é a possibilidade de levar atrações a todos, de primeira linha e de graça.
Compareceram cerca de 4 milhões de pessoas no festival que teve início ás 18 horas do sábado e terminou às 18 horas do domingo.Entrevistas por: Jeniffer Daurício
Reportagem Por: Marília Vezzaro
Edição de Imagens Por: Marília Vezzaro
A opinião pública é uma constante que vem querendo e conseguindo tomar um espaço muito grande aonde quer que você vá. Em revistas com forte poder opinativo, no editorial de jornais, programas de TV com foco para os protestos do povo, ou até mesmo na rua, podemos ver que o povo não tem medo de se expressar e, em sua grande maioria, sabe o que quer. Ou, ao menos, pensa que sabe.Pauta por: Raisa Meneses
Texto por: Marília Vezzaro
Edição de Fotografia por: Marília Vezzaro
A censura no começo da imprensa em Portugal desde o século XVI até XVII foi basicamente um exame crítico de diversas obras para o controle do governo com a intenção de evitar a propagação de ideias contrárias a ordem moral e política vigente. Este exame foi exercida por três instâncias independentes, porém complementares: a Inquisição, as Ordenações e a Mesa do Desembargo do Paço.
No Brasil, com a vinda da corte e consequentemente a Impressão Régia que servia basicamente para legitimar o governo, fez com que a censura ficasse na responsabilidade da junta diretora da Real Mesa Censória, passando a ser atribuição da Mesa do Desembargo do Paço pouco tempo depois.Texto por: Juliana de Abreu
Edição de Fotografia Por: Marília Vezzaro
A chegada da Imprensa e do Jornalismo ao BrasilA Imprensa vinda da Europa chega ao Brasil com a família real 308 anos de espaço entre a conquista da terra e a instalação da imprensa ( em 31 de maio de 1808), Dom João fundou no Rio de Janeiro a Imprensa Régia, mas existem outros motivos para o atraso da imprensa desde fatores sócio – culturais, ausência de escolas e até setores burocráticos do governo que eram precários e não necessitavam da impressão. Havia também a questão da censura imposta pelas metrópoles absolutistas à suas colônias.
A implantação da imprensa foi o apoio infra – estrutural para as atividades da Coroa Portuguesa instalada provisoriamente. Somente com a mudança do governo e da família real para o Brasil, as atividades culturais e o comércio exigiam que fosse instalada a imprensa.
O Jornalismo Brasileiro no século XIX foi marcado pela construção de uma nova fase de jornais opinativos e também do jornalismo partidário que lutavam por melhorias sociais, após essa fase surgiram jornais abolicionistas que reforçavam a função ideológica. A abolição da censura prévia imposta por Dom Pedro I, em 1821 foi essencial, logo depois surge à primeira Lei de Imprensa no ano de 1823.
O Brasil passava por transformações e mais tarde viria a transformar o cenário urbano.
Texto por: Carlos Simalha
Edição de Fotografia Por: Marília Vezzaro
O Mercado Municipal de São Paulo foi palco da primeira edição do projeto “ O autor no mercadão". O evento que ocorreu no último domingo foi realizado através de uma parceria entre a RENOME (Associação de Renovação do Mercado Municipal Paulistano), e o projeto “O autor na praça”. A primeira edição teve como tema, a comemoração do Dia Nacional do Jornalista, que será na próxima terça-feira.
A iniciativa é resultado de um trabalho que já existe há dez anos. O coordenador do projeto, Edson Lima, conta que a idéia foi fruto de um outro evento que é realizado quinzenalmente na praça Benedito Calixto , chamado “O autor na praça”. Para Edson, a empreitada remonta um cenário político e engajado, cenário esse, quase apagado em São Paulo : “Essa iniciativa tem como função valorizar a história de São Paulo e incentivar o paulistano a programas mais culturais.” De acordo com ele, escolher o Mercadão foi trazer mais identidade ao evento e relembrar o contexto histórico da cidade.
O evento que teve início as 12h, contou com a abertura da orquestra ”Lua Nova” de Socorro, interior paulista. Após a abertura foi iniciada a tarde de autógrafos com os jornalistas presentes.
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Tarde de autógrafos
A bancada contou com repórteres renomados no meio jornalístico. Entre os presentes estavam: Audálio Dantas com o livro O Chão de Graciliano Ramos; José Hamilton Ribeiro com os livros O Repórter do Século, O Gosto da Guerra, Música Caipira e Tropeiros: Diário de uma Marcha; Ricardo Kotscho com os livros Do Golpe ao Planalto, uma vida de repórter, Uma vida nova e feliz... sem poder, sem cargo, sem carteira assinada, sem crachá...; Guilherme Azevedo com o livro As Aventuras de Alencar Almeida; Flávio Carrança com o livro Espelho Infiel, o negro no jornalismo brasileiro; Iva Oliveira com o livro A Força da Fé; Lucius de Mello com os livros Eny e o Grande Bordel brasileiro, A Travessia da Terra vermelha e Mestiços da Casa velha. O clima era bastante descontraído e os jornalistas falaram sobre temas polêmicos.
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A censura e a obrigatoriedade do diploma
“Aceitar a censura nunca”, afirma o jornalista e escritor, Audálio Dantas. Para ele o que há nos meios de comunicação de massa é a censura econômica, que varia de acordo com a direção do veículo. Nesse tipo de censura, segundo o jornalista, existe um direcionamento do conteúdo e da essência da matéria. Ele diz ainda que a função do jornalista é um compromisso ético, e faz referência a cláusula da concensura, vigente na Europa, que legitima como direito a isenção de assinatura do jornalista, caso a essência da matéria seja modificada pelo veículo.
O ex-assessor da presidência e repórter há mais de quarenta anos, Ricardo Kotscho, defende uma postura mais enérgica do jornalista: "A censura que eu sofri foi em 67, no Estadão. O que existe hoje é a auto-censura do jornalista, e dos interesses próprios das empresas. Eu jamais admiti a censura e nem por isso fui mandado embora, eu sempre demiti as empresas”. E completa: “O pessoal está acomodado. No jornalismo você tem que brigar por tudo, a vida do jornalista é brigar, é ir sempre até o limite." Em relação á obrigatoriedade do diploma, ele que não tem formação acadêmica, conta: "Fui jubilado no ECA e minha mãe não teve o prazer de me ver formado. Eu defendo um exame como o da OAB, para que o profissional tenha acesso a profissão, senão vira casa de ninguém, e avacalha o jornalismo.”
Um dos entrevistados, Lucius de Mello, redator do programa Hoje em Dia da Rede Record, vai além: "O poder político é refém do econômico. O jornalista precisa transitar em uma linha tênue pra que não sofra censura”, disse, fazendo referência a vulnerabilidade - leia- se risco de demissão- do jornalista no mercado de trabalho.
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O debate
A discussão foi moderada pelo editor do Jornalirismo, Guilherme Azevedo. Os temas abordados foram a revolução digital, a liberdade de imprensa e a função do jornalista na sociedade. O jornalista José Hamilton Ribeiro de 76 anos, que há cinquenta e dois anos atua na profissão foi bastante celebrado e protagonizou os melhores momentos do debate. Ele afirmou que o brasileiro tem um desconhecimento da própria identidade, e que os meios de comunicação não valorizam o “Brasil rural”. Para ele, o homem rural tem pouco incentivo de crédito do governo e pouca relevância na mídia: "A grande imprensa não conhece o Brasil, principalmente o campo. Existe hoje, uma grande atenção com o urbano e um esquecimento desastroso com o meio rural”, afirma Zé Hamilton, como é chamado pelos colegas.
Um dos ápices do debate foi a discussão sobre o advento da internet como ferramenta no trabalho jornalístico. A bancada foi enfática ao afirmar que qualquer um pode “fazer jornalismo”, e que hoje em dia é preciso ter cuidado com essa tecnologia. Para o repórter especial do programa Globo Rural, Zé Hamilton, essa liberdade dá margem á desvalorização dos bons profissionais: “Hoje qualquer cabeça de bagre põe o que ele quiser na internet”, disse fazendo referência aos pseudo-jornalistas da web.
O debate teve momentos de descontração principalmente quando a bancada foi questionada sobre "o porquê continuar na profissão”. As respostas formaram um elo entre o bom-humor e a paixão pelo ofício: ”O jornalismo é a melhor profissão pra se sair a tempo”, brincou Zé Hamilton. Para Kostcho, é uma questão de sobrevivência: “Eu não saberia fazer outra coisa da vida que não fosse ser um jornalista.”
O evento também contou com a presença do presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, Guto Camargo, que louvou a iniciativa e convidou os estudantes presentes para aderirem ao movimento da categoria.
Reportagem: Ingrid Thomas e Juliana de Abreu
Textos: Ingrid Thomas
Imagens: Juliana de Abreu

Consequentemente, o comércio em expansão pressiona indiretamente para a centralização da língua e moeda para facilitar as transições comerciais. Ocasionando o começo da consolidação dos Estados. Sendo assim, começa a extinção dos diversos feudos espalhados pela Europa que se limitavam em ter um rei para cada castelo ocasionando a pluralidade de culturas, o que mais dificultou para a unificação da moeda e da língua dos então futuros Estados.
Texto por: Juliana de Abreu


Texto por: Jualiana de Abreu